<p>Possuo <strong>nove anos de experiência</strong> como psicólogo clínico, e nesse percurso a escuta clínica sempre esteve no centro da minha prática. Desde 2016, atuo nas políticas públicas, tendo passado pela assistência social por meio do CRAS, e pela saúde, integrando por três anos o Núcleo Ampliado de Saúde da Família (NASF) e como <strong>preceptor</strong> do núcleo de psicologia da Escola de Saúde Visconde de Sabóia. Nesse período, estive na <strong>linha de frente</strong> durante a pandemia de COVID-19 — uma vivência que marcou profundamente a todos nós.</p> <p><strong>Atualmente</strong>, integro a Assessoria de Assistência Biopsicossocial (Abips), uma política estadual vinculada à Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS), cujo objetivo é oferecer cuidados a agentes da segurança pública e seus familiares.</p> <p>Em todos os contextos nos quais atuei, <strong>a clínica esteve presente</strong>. Porque a clínica vai além de um espaço físico ou de uma escuta individual — ela é, sobretudo, uma forma de estar com o outro, de <strong>construir presença e cuidado </strong>que podem também ser alcançados pelo meio digital.</p>